Tecnologia

Ferramentas existem para resolver problemas.

Entendo tecnologia como a capacidade de resolver problemas de forma mais simples, rápida, acessível e precisa. Primeiro a ferramenta precisa funcionar; depois quero entender como ela funciona e o que ainda posso ajustar.

01 / GNU/Linux

Virou casa antes de virar filosofia.

Meu contato com GNU/Linux começou por volta de 2000. Na época, o que me conquistou foi muito prático: uma distribuição já trazia uma quantidade enorme de ferramentas úteis, sem a peregrinação por mídias, chaves e cópias que fazia parte do uso de outros sistemas.

Também era um ambiente que me desafiava a aprender e permitia personalização real. Hoje essa relação já é simples: estou acostumado, me sinto à vontade e encontro ali tudo de que preciso.

02 / Método

Resolver, entender, afinar.

Minha sequência costuma ser direta: primeiro verifico se a ferramenta resolve o problema. Quando resolve, quero entender o mecanismo e descobrir onde posso simplificar, adaptar ou melhorar.

Se uma solução pronta atende só parte do que preciso e eu tenho capacidade para construir outra, é comum acabar fazendo a minha. Prefiro ferramentas pequenas, documentação clara e sistemas que possam ser compreendidos de ponta a ponta.

03 / Campo de testes

Software encontra o mundo físico.

01

Programação

C e C++ fazem parte do meu repertório; Rust é uma linguagem que acompanho e gosto de explorar sem me vender como especialista.

02

Eletrônica

Componentes, sensores, microcontroladores e pequenos circuitos entram como hobby técnico e aprendizado contínuo.

03

Automação

Ganha sentido quando retira trabalho repetitivo, coleta dados melhores ou torna possível acompanhar algo que antes exigia presença constante.

04

Open source

Gosto de poder ler, estudar e modificar o código quando necessário. É uma preferência de uso e liberdade técnica, não uma exigência sobre como os outros devem trabalhar.

04 / Projetos

Normalmente começo porque senti falta de alguma coisa.

Meus projetos pessoais raramente começam pela vontade de “ter um projeto”. Eles aparecem quando uma ferramenta não existe, não atende bem ao que preciso ou quando quero participar de verdade da construção.

Gosto do processo mais do que da vitrine: estudar, testar, documentar, corrigir e voltar depois para fazer direito o que começou como uma boa solução provisória.